26 de set. de 2011

A chuva veio lavar a minha seca...

Fim de semana. Eu não vou negar que tudo o que eu queria era mesmo ficar deitadinha em casa. Mas algo me fez aceitar a ideia de passar um fim de semana diferente. E aceitei. Não que tudo tenha sido flores, mas foram bem perto. Sinto que aos poucos ele tem conquistado meu perdão, minha vontade de começar tudo de novo, de não desistir da gente. Muito aos poucos devo salientar.
Gosto da maneira como ele me toca e como meu corpo responde. Nunca me canso de transar com ele. Meu corpo nunca se cansa. Gosto da maneira como ele dorme com a mão debaixo do rosto. Gosto como mesmo dormindo ele sempre quer estar perto, me abraçar, fazer meu corpo saber que ele está ali. Gosto como temos aumentado a abertura entre nós de falar sobre tudo. 
Não, ele não é perfeito. Mas pensando bem, eu também não sou. E sinto crescer o afeto que antes eu via morrer. Hoje vejo as mensagens em meu celular de pessoas que querem me ver, me ter, me possuir. São claras as mensagens de que se eu quiser, posso ser livre. No meio disso tudo aprendi que, realmente, ser livre nunca vai ser difícil para mim.
Minha alma é do mundo, ser solteira é como natural, apesar dos anos em que desejei o contrário.
Mas agora, vejo possibilidades, vejo carinho, vejo que ele se desloca da mesa pra sentar ao meu lado. Vejo eu começar a ser espontânea e fazer o que dá vontade.
Noite passado eu pedi ao meu anjo da guarda (esse ser maravilhoso e misterioso que guarda minha vida sempre) que desse a ele alguns momentos de sono. Meu coração se parte de ver que ele não dorme tranquilo. Sentiria um prazer enorme em vê-lo roncar.
Esse noite peço imensamente, que por acaso ou não, que ele faça de tudo pra ganhar meu coração de vez. Não desejo ser de mais ninguém, mas não posso dá-lo de graça de novo!

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